Proprietários constróem calçadas

Calçada construída em terreno da região do Parque Maracá: proprietários estão atendendo solicitação amigável da prefeitua
O Departamento de Tributação do governo guairense fez um levantamnto completo dos imóveis – em sua maioria terrenos – localizados de frente para o Parque Maracá, cujos proprietários não haviam construído as respectivas calçadas . Diante do levantamento, o governo guairense inicialmente optou por abrir mão do direito administrativo de notificar formalmente os contribuintes e exigir a construção das calçadas. Numa opção diplomática e de incentivo amigável para solução do problema, o Paço enviou ofício endereçado aos proprietários solicitando sua colaboração no sentido de tornar mais atrativa toda a área dos imóveis situados naquela região. Além de pedir a colobaração dos prorprietários, o ofício também informou sobre investimentos que a administração municipal pretende fazer nos próximos meses para melhoria do Parque Maracá, valorizando ainda mais os imóveis que circundam o local. A postura do Paço ganhou o apoio dos proprietários que valorizaram a conduta amigável da prefeitura. Transcorridos pouco mais de 30 dias do envio dos ofícios, algumas calçadas já podem ser vistas construídas ou em construção. Outros proprietários que ainda não construíram já procuraram o Departamento de Tributação do governo guairense manifestando interesse em atender ao pedido da prefeitura. O executivo recomenda que os proprietários façam suas calçadas diretamente com os prestadores de serviços da construção civil; assim não terão de pagar taxa de administração ou multa. A ação de construção já está gerando serviço e renda a pedreiros e serventes envolvidos no trabalho.
Após o prazo de 90 (noventa) dias descrito no ofício, os proprietários que não construírem as calçadas e não se manifestarem poderão ser formalmente notificados e intimados, com base no Código de Posturas ou lei específica, quando então será exigida a construção do calçamento. Caso a prefeitura venha a construir a calçada , o executivo cobrarará a restituição dos valores gastos, acrescidos de taxas de administração e multa. “Com o envio do ofício, cujo prazo termina apenas em janeiro, a prefeitura espera que todos colaborem, tornando-se desnecessária qualquer intervenção maior por parte da fiscalização”, explica o Secretário da Receita Municipal, Edivaldo Faria.
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